Correr é bom, mas doente não. Ontem acordei mal e só depois de algumas horas é que percebi que estava ardendo em febre. O termômetro marcava 38,5ºC. Pela minha planilha era day-off, o que me tranquilizou. Mas mesmo se fosse dia de corrida, confesso que exitaria em sair para correr. E você, treinaria mesmo assim?
Tem um texto ótimo do Danilo Balu, que foi publicado faz tempo pelo colunista Rodolfo Lucenha, no site da Folha de São Paulo.
Você já se sentiu culpado por ter deixado de treinar por causa de uma
gripe ou febre? Ou já se perguntou se pode ou não treinar quando um
resfriado parece não deixá-lo 100% para um esforço maior?
Nosso organismo não é uma ciência exata. A programação da nossa rotina física, por mais detalhada que seja, não afasta por completo esse imprevisto que é ser acometido de pequenos distúrbios respiratórios _ainda mais no clima que vivemos. E, quando eles vêm, para minimizar as perdas, como devemos agir?
A coisa é bem mais simples do que parece!
No caso de febre, por mais leve que ela seja, a recomendação unânime é a que, por ser um problema que exige mais tempo de recuperação e por acarretar um desconforto maior, deveríamos deixar de lado o treino (seja forte, fraco ou competição). A regra é descansar e ir tomar o medicamento receitado pelo médico. Uma atividade só agravaria o problema e te afastaria por mais tempo ainda.
Para gripes e resfriados, funciona muito bem uma pequena regra. Se os sintomas só se fazem sentir acima do pescoço (coriza, nariz entupido, rouquidão...), você pode optar por uma atividade fazendo de seu treino uma atividade mais leve. Caso os sintomas apareçam também abaixo do pescoço (dores, peito "chiando", cansaço...), a recomendação é a de não realizar atividade alguma!
O importante é saber que isso geralmente ocorre quando há uma queda em nosso sistema imunológico. Se você decidir correr, faça-o com menor intensidade! No caso da febre, correr implica uma maior carga em um sistema já debilitado. Você reduz as condições para uma boa recuperação se submete o sistema a um estresse maior.
Se no dia você teria uma competição, por mais doloroso que isso seja, o melhor é abrir mão. Uma pena, mas acontece. Dando condições ao seu corpo de se recuperar, você poderá correr muitas outras vezes. E melhor."
Nosso organismo não é uma ciência exata. A programação da nossa rotina física, por mais detalhada que seja, não afasta por completo esse imprevisto que é ser acometido de pequenos distúrbios respiratórios _ainda mais no clima que vivemos. E, quando eles vêm, para minimizar as perdas, como devemos agir?
A coisa é bem mais simples do que parece!
No caso de febre, por mais leve que ela seja, a recomendação unânime é a que, por ser um problema que exige mais tempo de recuperação e por acarretar um desconforto maior, deveríamos deixar de lado o treino (seja forte, fraco ou competição). A regra é descansar e ir tomar o medicamento receitado pelo médico. Uma atividade só agravaria o problema e te afastaria por mais tempo ainda.
Para gripes e resfriados, funciona muito bem uma pequena regra. Se os sintomas só se fazem sentir acima do pescoço (coriza, nariz entupido, rouquidão...), você pode optar por uma atividade fazendo de seu treino uma atividade mais leve. Caso os sintomas apareçam também abaixo do pescoço (dores, peito "chiando", cansaço...), a recomendação é a de não realizar atividade alguma!
O importante é saber que isso geralmente ocorre quando há uma queda em nosso sistema imunológico. Se você decidir correr, faça-o com menor intensidade! No caso da febre, correr implica uma maior carga em um sistema já debilitado. Você reduz as condições para uma boa recuperação se submete o sistema a um estresse maior.
Se no dia você teria uma competição, por mais doloroso que isso seja, o melhor é abrir mão. Uma pena, mas acontece. Dando condições ao seu corpo de se recuperar, você poderá correr muitas outras vezes. E melhor."
Danilo Balu é Bacharel em Esporte e corredor há mais de 20 anos.
Trabalha com Marketing Esportivo. A corrida é terapia, é lazer,
trabalho, hobby e objeto de estudo e leitura. Possui a coluna Blog Recorrido, na revista Contra Relógio.
Oi Helena,
ResponderExcluirRealmente é complicado manter a rotina de atividades físicas quando estamos adoentados. Há alguns meses eu estava resfriado e li esse mesmo texto do Danilo Balu. Como era um resfriado leve, decidi continuar com a rotina de treino, mas depois de duas semana sem melhora acabei fazendo uma consulta numa médica. Ela me disse que como não tive febre, não tinha problema eu fazer as corridinhas. Porém, ela reclamou que eu demorei para ir ao médico, se fosse antes ela tinha receitado algo para uma recuperação mais rápida. Acho que cada caso é um caso, mas vale a pena sempre procurar um médico né.
Desejo melhoras para você.
Abraços,
Danilo Confessor
Blog Confissões de um Confessor
Oi, Danilo.
ExcluirTenho me cuidado bastante antes, durante e após o treinos. Evito ficar descalço, quando chego com corpo suado evito a friagem e corro para o banho. E até estou fazendo acupuntura. Mas, mesmo assim, a gripe me pegou. É de pessoa para pessoa, ou melhor, de acordo com organismo de cada um. Importante é ter uma apoio médico logo de cara e diminuir os dias afastados do treino.
Obrigada pelas suas habituais visitas no blog.
Forte abraço,
Helena
Também desejo melhoras Helena.
ResponderExcluirO máximo que aconteceu comigo foi estar meio baleado na véspera mas acordar prontinho no dia da prova.
Já passei uma semana resfriado e não treinei.
Abraços
Deus te abençoe
Obrigada, Luiz.
ExcluirEstou na fase de observação de melhoria, mas não me sinto forte para correr pra rua. Tudo tem seu tempo. É gripe mesmo!
Abraços,
Helena
Helena,
ResponderExcluirMelhoras. Eu acho que repousaria e só treinaria se estivesse bem.
Oi, flor.
ExcluirSuper prudente você. Tenho acompanhado seu blog e parabéns pelos resultados. Demais heim...
Beijos
Helena
Bom dia Helena. Estimo melhoras.
ResponderExcluirTreinos leves sempre é bom. Não agrava a saúde e alivia o peso na conciência.
Cada pessoa tem seu biotipo e resistencias a doenças.
Com 66 anos eu preciso de cuidados especiais com à saúde.
1- Após o treino troco logo a camisa molhada.
2- Nunca tomo nada gelado. Espero quebrar o gelo.
3- A 5 anos só tomo banho gelado. É sofrível mas acostumamos e cria resistencia a gripes e resfriado.
Não sei o que é ficar doente a anos.
Abraços
Osmir
Bom diaaa Osmir.
ExcluirObrigada pelas gentis palavras de apoio e força. Estou melhorando, devagarinho, mas estou. ;)
Gostei muito das suas dicas. O banho frio é uma beleza para pele e o cabelo também.
Um abraço e boas corridas.
Helena
Então, PARABÉNS pra nós, amiga !! Um beijo carinhoso, obrigada pelas palavras.
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